Destruição e Prejuízos, estes são os rastros do incêndio ocorrido na 25 de Março, neste final de semana

Destruição e Prejuízos, estes são os rastros do incêndio ocorrido na 25 de Março, neste final de semana
© FELIPE RAU/ESTADAOIncêndio em prédio comercial na região da rua 25 de março começou na noite do domingo, 10, e só foi contido na manhã desta Segunda, 11 

Cenas de angústia foram protagonizadas pelos comerciantes das lojas afetadas pelo incêndio que atingiu ao menos quatro edifícios e uma igreja na região da Rua de 25 de março, no centro de São Paulo, entre a noite deste domingo, 10, e a manhã desta segunda-feira, 11. Alguns empresários se sentiram mal, choraram e foram amparados pelos familiares. Outros ficaram apenas olhando, incrédulos, para os prédios enegrecidos pela fumaça. As chamas foram controladas somente pela manhã. 

Carmen, que se identifica apenas pelo primeiro nome, pediu para ir embora após ver o estado em que se encontrava o prédio. A filha, Daniela, levou-a de volta ao carro e achou melhor que ela não desse entrevista. O Estadão tentou contato com Waldir Bertoni, proprietário das Lojas Matsumoto, cuja loja física foi destruída pelo incêndio, mas ele não quis se pronunciar. Outros comerciantes disseram que "não tinham cabeça para falar" e que "queriam esperar" para calcular os prejuízos. "Estão todos arrasados e preocupados como será a liberação de tudo para tentar voltar ao normal", diz Claudia Hurias, diretora executiva da União dos Lojistas da 25 de março.

Créditos Gonçalo Junior, do Estadão