Após incêndios, região da Serra do Amolar é tomada por fumaça e fuligem

Após incêndios, região da Serra do Amolar é tomada por fumaça e fuligem
Cenário após chamas na região do Pantanal / Foto: Divulgação/CBMMS/ Midiamax

Durante o monitoramento de novos focos de calor na Serra do Amolar, Pantanal de Corumbá feitas pelos bombeiros de Mato Grosso do Sul mostram o cenário desolador de fuligem e cinza da fumaça após os incêndios na última terça-feira (2) que atingiram a região. 

Com duas aeronaves, os militares sobrevoaram a região, que é considerada a mais preservada do bioma pantaneiro.  De acordo com o Grupamento de Operações Aéreas, os militares estão empenhados na missão de combate ao incêndio na região da Serra do Amolar e demais região de pronto emprego definido pelo sistema de comando de incidentes, como satélites de monitoramento de calor. A aeronave tem capacidade para 3,1 mil litros de água para a execução de combate direto às chamas. Com auxílio de oito militares e embarcação na noite da última quinta-feira (4) focos de incêndio foram controlados na Serra do Amolar, no Pantanal de Corumbá. 

Na área do Parque Estadual do Abobral, cinco militares trabalharam no combate às chamas. O incêndio que avança em direção ao Parque foi controlado e há pequenos focos isolados pelo local. No Porto da Manga, quatro agentes combatem pequenos focos e monitoram o espaço até a extinção completa das chamas.

Nas bases de Coxim e Miranda, proprietários rurais receberam orientações e trabalho de prevenção estão sendo realizados. Tratores e fontes de água foram deixados a postos caso seja preciso. Em Rio Verde, vários focos foram combatidos. Nas outras regiões do Pantanal, Posto de Comando do Corpo de Bombeiros faz monitoramento 24 horas usando diversas plataformas de satélites para constatar possíveis pontos de calor.